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domingo, 31 de maio de 2020

1 DE JUNHO DE 2020 2ª FEIRA DA NONA SEMANA DO TEMPO COMUM

1ª. Leitura – II Pd 1, 2-7
 
Leitura da Segunda Carta de São Pedro 1,2-7
Caríssimos: 2Graça e paz vos sejam concedidas abundantemente,
porque conheceis Deus e Jesus, nosso Senhor. 3O seu divino poder nos deu tudo o que contribui para a vida e para a piedade, mediante o conhecimento daquele que, pela sua própria glória e virtude, nos chamou. 4Por meio de tudo isso nos foram dadas
as preciosas promessas, as maiores que há, a fim de que vos tornásseis participantes da natureza divina, depois de libertos da corrupção, da concupiscência no mundo. 5Por isso mesmo, dedicai todo o esforço em juntar à vossa fé a virtude, à virtude o conhecimento, 6ao conhecimento o autodomínio, ao autodomínio a perseverança, à perseverança a piedade, 7à piedade o amor fraterno e ao amor fraterno, a caridade. Palavra do Senhor.

Evangelho – Mc 12, 1-12

+ Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São Marcos 12,1-12
Naquele tempo: 1Jesus começou a falar aos sumos sacerdotes,
mestres da Lei e anciãos, usando parábolas: 'Um homem plantou uma vinha, cercou-a, fez um lagar e construiu uma torre de guarda. Depois arrendou a vinha a alguns agricultores, e viajou para longe. 2Na época da colheita, ele mandou um empregado aos agricultores para receber a sua parte dos frutos da vinha. 3Mas os agricultores pegaram no empregado, bateram nele, e o mandaram de volta sem nada. 4Então o dono da vinha mandou de novo mais um empregado. Os agricultores bateram na cabeça dele e o insultaram. 5Então o dono mandou ainda mais outro, e eles o mataram. Trataram da mesma maneira muitos outros, batendo em uns e matando outros. 6Restava-lhe ainda alguém: seu filho querido. Por último, ele mandou o filho até aos agricultores,
pensando: 'Eles respeitarão meu filho'. 7Mas aqueles agricultores disseram uns aos outros: 'Esse é o herdeiro. Vamos matá-lo, e a herança será nossa'. 8Então agarraram o filho, o mataram,
e o jogaram fora da vinha. 9Que fará o dono da vinha?
Ele virá, destruirá os agricultores, e entregará a vinha a outros.
10Por acaso, não lestes na Escritura: 'A pedra que os construtores deixaram de lado, tornou-se a pedra mais importante; 11isso foi feito pelo Senhor e é admirável aos nossos olhos'?' 12Então os chefes dos judeus procuraram prender Jesus, pois compreenderam que havia contado a parábola para eles. Porém, ficaram com medo da multidão e, por isso, deixaram Jesus e foram-se embora. Palavra da Salvação.

sábado, 30 de maio de 2020

PANIK SOSIAL

TUHUN INI, TAHUN SAKIT
SAYA SAKIT, DIA SAKIT, MEREKA SAKIT
TAHUN KESAKITAN
SAKIT SOCIAL

THANIN INI SEMUA PANIK
SAYA PANIK, DIA PANIK , MEREKA PANIK
SAKIT KEPANIKAN
PANIK SOCIAL

SEMUA LARI DAN SAYA JUGA
TAKUT SEMUA
SEMUA TAKUT DIA
TAKUT BERSIN, FLU, 

TAHUN INI TIDAK PERTEMUAN, 
TIDAK ASA PESTA, MISSA, SHOLAT DAN IBADAT
TIDAK ADA SEKOLAH, KULIAH DAN KERJA DIHENTIKAN

PANIK
TAKUT
AKAN YANG TIDAK KEIHATAN
YANG MEMATIKAN
TAKUT MATI

TAHUN INI
ADALAH KEMATIAN

domingo, 24 de maio de 2020

Papa: praticar uma teologia do diálogo e do acolhimento

“A misericórdia não é somente uma atitude pastoral, mas é a própria substância do Evangelho de Jesus”

OPapa Francisco advogou hoje por “Faculdades teológicas onde se viva a convivialidade das diferenças, onde se pratique uma teologia do diálogo e do acolhimento”. O Papa assim se expressou em Nápoles, no encontro promovido pela Pontifícia Faculdade Teológica da Itália Meridional.
Foram dois dias de Congresso, que reuniu cerca de mil participantes, sobre o tema “A teologia depois da Veritatis gaudium no contexto do Mediterrâneo”.
O Papa foi o convidado de honra e proferiu o seu discurso no final da manhã desta sexta-feira, no qual agradeceu também ao “querido irmão” Patriarca Bartolomeu, que contribuiu para a reflexão teológica do encontro enviando uma mensagem.
Dois são os movimentos necessários e complementares: o primeiro do baixo em direção ao alto, que pode dialogar com toda instância humana e histórica, levando em consideração toda a grandeza do humano; e o segundo, do alto em direção ao baixo, onde por “alto” se entende Jesus elevado na cruz.
No horizonte, Francisco entrevê a não-violência, para qual a teologia deve olhar como próprio elemento constitutivo.
Diálogo não é uma forma mágica, adverte o Papa, mas pode auxiliar a teologia quando é considerada seriamente, quando é encorajada e favorecida entre docentes e estudantes. De modo especial, o Pontífice considera importante que os estudantes sejam educados ao diálogo com o Hebraísmo e o Islamismo.
“O Mediterrâneo é propriamente o mar da mestiçagem, um mar geograficamente fechado em relação aos oceanos, mas culturalmente sempre aberto ao encontro, ao diálogo e à recíproca inculturação. Com o diálogo sempre se ganha. Todos perdemos com o monólogo.”
O Papa defendeu ainda a prática da teologia de forma interdisciplinar, que os teólogos saibam trabalhar em conjunto, superando o individualismo no trabalho intelectual. E fez uma das declarações mais tocantes do seu discurso.
“Neste caminho contínuo de saída de si e de encontro com o outro, é importante que os teólogos sejam homens e mulheres de compaixão, tocados pela vida oprimida de muitos, das escravidões de hoje, das chagas sociais, das violências, das guerras e das enormes injustiças sofridas por muitos povos que vivem nas margens deste ‘mar comum’. Sem comunhão e sem compaixão, constantemente alimentadas pela oração, a teologia não só perde a alma, mas perde a inteligência e a capacidade de interpretar de maneira cristã a realidade. Só é possível fazer teologia de joelhos.”
Falando especificamente sobre o tema do Congresso, a Veritatis gaudim, o Pontífice recordou que a Constituição apostólica (publicada pelo Papa Francisco em dezembro de 2017) propõe uma teologia em rede e, no contexto do Mediterrâneo, em solidariedade com todos os “náufragos” da história.
O papel da teologia no Mediterrâneo depois deste documento é sintonizar-se com o Espírito de Jesus Ressuscitado, “com a sua liberdade de ir pelo mundo e alcançar as periferias, inclusive as de pensamento”.
“Pode-se e deve-se trabalhar na direção de um ‘Pentecostes teológico’, que permita às mulheres e aos homens do nosso tempo ouvir ‘na própria língua’ uma reflexão cristã que responda à sua busca de sentido e de vida plena. ”
Para isso, apontou Francisco, é preciso partir do Evangelho da misericórdia. A teologia, recordou, nasceu em meio aos seres humanos concretos e, portanto, “fazer teologia é um ato de misericórdia” e os bons teólogos também têm o cheiro das ovelhas.
“A misericórdia não é somente uma atitude pastoral, mas é a própria substância do Evangelho de Jesus.”
Por fim, o Papa encorajou a “liberdade teológica”. “Sem a possibilidade de experimentar novas estradas, não se cria nada de novo e não se deixa espaço à novidade do Espírito do Ressuscitado.”
Francisco então concluiu: “Sonho Faculdades teológicas onde se viva a convivialidade das diferenças, onde se pratique uma teologia do diálogo e do acolhimento”.

TEOLOGIA DO DIALOGO DO PAPA FRANCISCO

http://www.ihu.unisinos.br/78-noticias/590252-por-uma-teologia-do-acolhimento-e-do-dialogo-do-discernimento-e-da-misericordia-segundo-o-papa-francisco
TEOLOGIA DO DIALOGO DO PAPA FRANSCISCO

TUHANKU




Sayang,,,LIHAT DI MEJA SANA
TUHANKU ITU TIDAK TERLALU ASING.
DIA SELALU BERUPA-RUPA. DIMANA SAJA
NYA ADALAH RUMAHKU
HARI INI, DI SINI
BESOK, DI SANA
             KAMI BERDUA LAHIR UNTUK BERSAMA
              DALAM SUKA DAN DUKA
              DALAM UNTUNG DAN MALAM
              NAMUN, SAYA BELAJAR BANYAK DARINYA
              TENTANG SALIB
NYA AKU MENEMUKAN HIDUP
DARI LUKA-LUKA AJAIB
DAN KEMATIAN TENTANG NYA
ADALAH NASIBKU

                 KU PANGGULNYA
                 KEPADA PANGGILAN
                 UNTUK PENGGALAN
                 YANG TIDAK DITINGGLKAN

KAMAR BRASIL, 2020
FEBRI SAMAR

quinta-feira, 21 de maio de 2020

Hannah Arendt e o Totalitarismo



A partir da obra de Hannah Arendt, observamos a sua relação com o totalitarismo, como ela o encara e tenta por meio do texto "Ideologia e terror: Uma nova forma de governo", obter a essência do regime de que forma ele se diferencia dos demais regimes autoritários. Para a autora, o totalitarismo, como partido único, onde não há possibilidade de qualquer concorrência ou oposição, promove uma manipulação das massas, substituindo o sistema partidário. O princípio do medo anula a esfera política, ou seja, o terror paralisa as discussões e espontaneidade humanas de querer transformar a sua realidade, o que dificulta a sua própria condição de existência.
Os movimentos do totalitarismo num contexto histórico é de fácil identificação, basta observar o cenário da ascensão dos nazistas ao poder na Europa e, consequentemente dos seus representantes, Hitler e Stalin. Com a subida de Hitler ao poder, os judeus já não tinham mais um lugar na sociedade alemã e, passaram a ser então, alvo do terror dos nazistas. Os judeus perdem o seu valor, sendo vistos como aqueles que não possuíam raízes em nenhum país e nem pensavam em quaisquer interesses políticos, mas sim nos próprios. Tomar o povo judeu como vítima do terror, não foi uma atitude sem reflexão ou planejamento, mas sim uma manobra política, que serviu para a permanência do totalitarismo, o que só seria possível com a aprovação da maioria, do medo e terror, como estratégia de controle político. Os grandes ditadores tinham o consentimento de agir com o uso da força e do mal, eram forças legítimas consideradas instrumentos políticas eficientes para o monopólio do poder e o controle das populações. É relevante ainda, destacar que os nazistas assumiram posições de comando na Alemanha, com o apoio da grande população. Os comandantes, principalmente Hitler e Stalin, utilizaram a propaganda como meio de difundir o mal como um atrativo sedutor.
Uma das armas deste regime sem dúvidas, foi a exposição manipulada da mídia fazendo com que, as massas pudessem confiar nos nazistas, hipótese indispensável para a manutenção destes no poder. Faz-se fundamental a ressalva de que totalitarismo surgiu por meio de mecanismos como a polícia, a propaganda e o terror, considerados como o tripé orientador do totalitarismo, e não, por meio de um golpe de um ditador desenfreado. Desta forma, o desenvolvimento do Estado-nação está intrinsecamente relacionado ao antissemitismo moderno, o qual banaliza atitudes cruéis, através de assassinos que matam impiedosamente, com o único objetivo da concretização da conquista nazista ao poder totalitário. A consolidação dos regimes totalitários se deu pela sustentação do apoio das massas. Por sua vez, os elementos principais do projeto de regime totalitário tinham pressupostos como utilizar o terror como meio de disseminação do medo e dor, transformar classes sociais em massas e promover movimentos de massas, bem como transferir o poder do exército para a polícia. Assim sendo, a prática do terror, assumiu a forma política e ideológica do regime totalitário, o que permitiu com que os grupos opressores agissem sem impedimentos, já que o princípio do medo neutralizava a ação política dos homens. De acordo com Hannah Arendt, o terror não poderia apenas ser considerado uma disseminação do medo, mas um instrumento político, que determinava a forma de governo dos que mandavam aos que obedeciam, ou seja, com a aprovação das massas. Desta forma, o medo, como principal ferramenta do totalitarismo, anulava a participação e a crítica, bem como a ação política dos homens. Assim, a legitimidade do poder dos líderes no regime totalitarismo foi marcada intensamente pelo apoio das massas. A crítica da razão governamental totalitária de Hannah Arendt ainda é pertinente na atualidade, tomando como exemplo, os genocídios, a acumulação de refugiados e outras questões atuais.

terça-feira, 19 de maio de 2020

TERÇA FEIRA DA VI SEMANA DA PÁSCOA

TERÇA FEIRA DA VI SEMANA DA

PÁSCOA
TERÇA FEIRA DA VI SEMANA DA

PÁSCOA


1ª. Leitura – At 16, 22-34

 

Leitura dos Atos dos Apóstolos 16,22-34
Naqueles dias: 22A multidão dos filipenses levantou-se contra Paulo e Silas; e os magistrados, depois de lhes rasgarem as vestes,
mandaram açoitar os dois com varas. 23Depois de açoitá-los bastante, lançaram-nos na prisão, ordenando ao carcereiro que os guardasse com toda a segurança. 24Ao receber essa ordem, o carcereiro levou-os para o fundo da prisão e prendeu os pés deles no tronco. 25À meia noite, Paulo e Silas estavam rezando e cantando hinos a Deus. Os outros prisioneiros os escutavam. 26De repente, houve um terremoto tão violento que sacudiu os alicerces da prisão. Todas as portas se abriram e as correntes de todos se soltaram. 27O carcereiro acordou e viu as portas da prisão abertas. Pensando que os prisioneiros tivessem fugido,
puxou da espada e estava para suicidar-se. 28Mas Paulo gritou com voz forte: 'Não te faças mal algum! Nós estamos todos aqui.'
29Então o carcereiro pediu tochas, correu para dentro e, tremendo, caiu aos pés de Paulo e Silas. 30Conduzindo-os para fora, perguntou: 'Senhores, que devo fazer para ser salvo?' 31Paulo e Silas responderam: 'Crê no Senhor Jesus, e sereis salvos
tu e todos os de tua família.' 32Então Paulo e Silas anunciaram a Palavra do Senhor ao carcereiro e a todos os da sua família.
33Na mesma hora da noite, o carcereiro levou-os consigo
para lavar as feridas causadas pelos açoites. E, imediatamente, foi batizado junto com todos os seus familiares. 34Depois fez Paulo e Silas subirem até sua casa, preparou-lhes um jantar e alegrou-se com todos os seus familiares por ter acreditado em Deus.
Palavra do Senhor.

Evangelho – Jo 16, 5-11

 

+ Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São João 16,5-11
Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: 5Agora, parto para aquele que me enviou, e nenhum de vós me pergunta: 'Para onde vais?' 6Mas, porque vos disse isto, a tristeza encheu os vossos corações. 7No entanto, eu vos digo a verdade: É bom para vós que eu parta; se eu não for, não virá até vós o Defensor; mas, se eu me for, eu vo-lo mandarei. 8E quando vier, ele demonstrará ao mundo em que consistem o pecado, a justiça e o julgamento:
9o pecado, porque não acreditaram em mim; 10a justiça, porque vou para o Pai, de modo que não mais me vereis; 11e o julgamento, porque o chefe deste mundo já está condenado.
Palavra da Salvação.