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sábado, 30 de maio de 2020

PANIK SOSIAL

TUHUN INI, TAHUN SAKIT
SAYA SAKIT, DIA SAKIT, MEREKA SAKIT
TAHUN KESAKITAN
SAKIT SOCIAL

THANIN INI SEMUA PANIK
SAYA PANIK, DIA PANIK , MEREKA PANIK
SAKIT KEPANIKAN
PANIK SOCIAL

SEMUA LARI DAN SAYA JUGA
TAKUT SEMUA
SEMUA TAKUT DIA
TAKUT BERSIN, FLU, 

TAHUN INI TIDAK PERTEMUAN, 
TIDAK ASA PESTA, MISSA, SHOLAT DAN IBADAT
TIDAK ADA SEKOLAH, KULIAH DAN KERJA DIHENTIKAN

PANIK
TAKUT
AKAN YANG TIDAK KEIHATAN
YANG MEMATIKAN
TAKUT MATI

TAHUN INI
ADALAH KEMATIAN

domingo, 24 de maio de 2020

Papa: praticar uma teologia do diálogo e do acolhimento

“A misericórdia não é somente uma atitude pastoral, mas é a própria substância do Evangelho de Jesus”

OPapa Francisco advogou hoje por “Faculdades teológicas onde se viva a convivialidade das diferenças, onde se pratique uma teologia do diálogo e do acolhimento”. O Papa assim se expressou em Nápoles, no encontro promovido pela Pontifícia Faculdade Teológica da Itália Meridional.
Foram dois dias de Congresso, que reuniu cerca de mil participantes, sobre o tema “A teologia depois da Veritatis gaudium no contexto do Mediterrâneo”.
O Papa foi o convidado de honra e proferiu o seu discurso no final da manhã desta sexta-feira, no qual agradeceu também ao “querido irmão” Patriarca Bartolomeu, que contribuiu para a reflexão teológica do encontro enviando uma mensagem.
Dois são os movimentos necessários e complementares: o primeiro do baixo em direção ao alto, que pode dialogar com toda instância humana e histórica, levando em consideração toda a grandeza do humano; e o segundo, do alto em direção ao baixo, onde por “alto” se entende Jesus elevado na cruz.
No horizonte, Francisco entrevê a não-violência, para qual a teologia deve olhar como próprio elemento constitutivo.
Diálogo não é uma forma mágica, adverte o Papa, mas pode auxiliar a teologia quando é considerada seriamente, quando é encorajada e favorecida entre docentes e estudantes. De modo especial, o Pontífice considera importante que os estudantes sejam educados ao diálogo com o Hebraísmo e o Islamismo.
“O Mediterrâneo é propriamente o mar da mestiçagem, um mar geograficamente fechado em relação aos oceanos, mas culturalmente sempre aberto ao encontro, ao diálogo e à recíproca inculturação. Com o diálogo sempre se ganha. Todos perdemos com o monólogo.”
O Papa defendeu ainda a prática da teologia de forma interdisciplinar, que os teólogos saibam trabalhar em conjunto, superando o individualismo no trabalho intelectual. E fez uma das declarações mais tocantes do seu discurso.
“Neste caminho contínuo de saída de si e de encontro com o outro, é importante que os teólogos sejam homens e mulheres de compaixão, tocados pela vida oprimida de muitos, das escravidões de hoje, das chagas sociais, das violências, das guerras e das enormes injustiças sofridas por muitos povos que vivem nas margens deste ‘mar comum’. Sem comunhão e sem compaixão, constantemente alimentadas pela oração, a teologia não só perde a alma, mas perde a inteligência e a capacidade de interpretar de maneira cristã a realidade. Só é possível fazer teologia de joelhos.”
Falando especificamente sobre o tema do Congresso, a Veritatis gaudim, o Pontífice recordou que a Constituição apostólica (publicada pelo Papa Francisco em dezembro de 2017) propõe uma teologia em rede e, no contexto do Mediterrâneo, em solidariedade com todos os “náufragos” da história.
O papel da teologia no Mediterrâneo depois deste documento é sintonizar-se com o Espírito de Jesus Ressuscitado, “com a sua liberdade de ir pelo mundo e alcançar as periferias, inclusive as de pensamento”.
“Pode-se e deve-se trabalhar na direção de um ‘Pentecostes teológico’, que permita às mulheres e aos homens do nosso tempo ouvir ‘na própria língua’ uma reflexão cristã que responda à sua busca de sentido e de vida plena. ”
Para isso, apontou Francisco, é preciso partir do Evangelho da misericórdia. A teologia, recordou, nasceu em meio aos seres humanos concretos e, portanto, “fazer teologia é um ato de misericórdia” e os bons teólogos também têm o cheiro das ovelhas.
“A misericórdia não é somente uma atitude pastoral, mas é a própria substância do Evangelho de Jesus.”
Por fim, o Papa encorajou a “liberdade teológica”. “Sem a possibilidade de experimentar novas estradas, não se cria nada de novo e não se deixa espaço à novidade do Espírito do Ressuscitado.”
Francisco então concluiu: “Sonho Faculdades teológicas onde se viva a convivialidade das diferenças, onde se pratique uma teologia do diálogo e do acolhimento”.

TEOLOGIA DO DIALOGO DO PAPA FRANCISCO

http://www.ihu.unisinos.br/78-noticias/590252-por-uma-teologia-do-acolhimento-e-do-dialogo-do-discernimento-e-da-misericordia-segundo-o-papa-francisco
TEOLOGIA DO DIALOGO DO PAPA FRANSCISCO

TUHANKU




Sayang,,,LIHAT DI MEJA SANA
TUHANKU ITU TIDAK TERLALU ASING.
DIA SELALU BERUPA-RUPA. DIMANA SAJA
NYA ADALAH RUMAHKU
HARI INI, DI SINI
BESOK, DI SANA
             KAMI BERDUA LAHIR UNTUK BERSAMA
              DALAM SUKA DAN DUKA
              DALAM UNTUNG DAN MALAM
              NAMUN, SAYA BELAJAR BANYAK DARINYA
              TENTANG SALIB
NYA AKU MENEMUKAN HIDUP
DARI LUKA-LUKA AJAIB
DAN KEMATIAN TENTANG NYA
ADALAH NASIBKU

                 KU PANGGULNYA
                 KEPADA PANGGILAN
                 UNTUK PENGGALAN
                 YANG TIDAK DITINGGLKAN

KAMAR BRASIL, 2020
FEBRI SAMAR

quinta-feira, 21 de maio de 2020

Hannah Arendt e o Totalitarismo



A partir da obra de Hannah Arendt, observamos a sua relação com o totalitarismo, como ela o encara e tenta por meio do texto "Ideologia e terror: Uma nova forma de governo", obter a essência do regime de que forma ele se diferencia dos demais regimes autoritários. Para a autora, o totalitarismo, como partido único, onde não há possibilidade de qualquer concorrência ou oposição, promove uma manipulação das massas, substituindo o sistema partidário. O princípio do medo anula a esfera política, ou seja, o terror paralisa as discussões e espontaneidade humanas de querer transformar a sua realidade, o que dificulta a sua própria condição de existência.
Os movimentos do totalitarismo num contexto histórico é de fácil identificação, basta observar o cenário da ascensão dos nazistas ao poder na Europa e, consequentemente dos seus representantes, Hitler e Stalin. Com a subida de Hitler ao poder, os judeus já não tinham mais um lugar na sociedade alemã e, passaram a ser então, alvo do terror dos nazistas. Os judeus perdem o seu valor, sendo vistos como aqueles que não possuíam raízes em nenhum país e nem pensavam em quaisquer interesses políticos, mas sim nos próprios. Tomar o povo judeu como vítima do terror, não foi uma atitude sem reflexão ou planejamento, mas sim uma manobra política, que serviu para a permanência do totalitarismo, o que só seria possível com a aprovação da maioria, do medo e terror, como estratégia de controle político. Os grandes ditadores tinham o consentimento de agir com o uso da força e do mal, eram forças legítimas consideradas instrumentos políticas eficientes para o monopólio do poder e o controle das populações. É relevante ainda, destacar que os nazistas assumiram posições de comando na Alemanha, com o apoio da grande população. Os comandantes, principalmente Hitler e Stalin, utilizaram a propaganda como meio de difundir o mal como um atrativo sedutor.
Uma das armas deste regime sem dúvidas, foi a exposição manipulada da mídia fazendo com que, as massas pudessem confiar nos nazistas, hipótese indispensável para a manutenção destes no poder. Faz-se fundamental a ressalva de que totalitarismo surgiu por meio de mecanismos como a polícia, a propaganda e o terror, considerados como o tripé orientador do totalitarismo, e não, por meio de um golpe de um ditador desenfreado. Desta forma, o desenvolvimento do Estado-nação está intrinsecamente relacionado ao antissemitismo moderno, o qual banaliza atitudes cruéis, através de assassinos que matam impiedosamente, com o único objetivo da concretização da conquista nazista ao poder totalitário. A consolidação dos regimes totalitários se deu pela sustentação do apoio das massas. Por sua vez, os elementos principais do projeto de regime totalitário tinham pressupostos como utilizar o terror como meio de disseminação do medo e dor, transformar classes sociais em massas e promover movimentos de massas, bem como transferir o poder do exército para a polícia. Assim sendo, a prática do terror, assumiu a forma política e ideológica do regime totalitário, o que permitiu com que os grupos opressores agissem sem impedimentos, já que o princípio do medo neutralizava a ação política dos homens. De acordo com Hannah Arendt, o terror não poderia apenas ser considerado uma disseminação do medo, mas um instrumento político, que determinava a forma de governo dos que mandavam aos que obedeciam, ou seja, com a aprovação das massas. Desta forma, o medo, como principal ferramenta do totalitarismo, anulava a participação e a crítica, bem como a ação política dos homens. Assim, a legitimidade do poder dos líderes no regime totalitarismo foi marcada intensamente pelo apoio das massas. A crítica da razão governamental totalitária de Hannah Arendt ainda é pertinente na atualidade, tomando como exemplo, os genocídios, a acumulação de refugiados e outras questões atuais.

terça-feira, 19 de maio de 2020

TERÇA FEIRA DA VI SEMANA DA PÁSCOA

TERÇA FEIRA DA VI SEMANA DA

PÁSCOA
TERÇA FEIRA DA VI SEMANA DA

PÁSCOA


1ª. Leitura – At 16, 22-34

 

Leitura dos Atos dos Apóstolos 16,22-34
Naqueles dias: 22A multidão dos filipenses levantou-se contra Paulo e Silas; e os magistrados, depois de lhes rasgarem as vestes,
mandaram açoitar os dois com varas. 23Depois de açoitá-los bastante, lançaram-nos na prisão, ordenando ao carcereiro que os guardasse com toda a segurança. 24Ao receber essa ordem, o carcereiro levou-os para o fundo da prisão e prendeu os pés deles no tronco. 25À meia noite, Paulo e Silas estavam rezando e cantando hinos a Deus. Os outros prisioneiros os escutavam. 26De repente, houve um terremoto tão violento que sacudiu os alicerces da prisão. Todas as portas se abriram e as correntes de todos se soltaram. 27O carcereiro acordou e viu as portas da prisão abertas. Pensando que os prisioneiros tivessem fugido,
puxou da espada e estava para suicidar-se. 28Mas Paulo gritou com voz forte: 'Não te faças mal algum! Nós estamos todos aqui.'
29Então o carcereiro pediu tochas, correu para dentro e, tremendo, caiu aos pés de Paulo e Silas. 30Conduzindo-os para fora, perguntou: 'Senhores, que devo fazer para ser salvo?' 31Paulo e Silas responderam: 'Crê no Senhor Jesus, e sereis salvos
tu e todos os de tua família.' 32Então Paulo e Silas anunciaram a Palavra do Senhor ao carcereiro e a todos os da sua família.
33Na mesma hora da noite, o carcereiro levou-os consigo
para lavar as feridas causadas pelos açoites. E, imediatamente, foi batizado junto com todos os seus familiares. 34Depois fez Paulo e Silas subirem até sua casa, preparou-lhes um jantar e alegrou-se com todos os seus familiares por ter acreditado em Deus.
Palavra do Senhor.

Evangelho – Jo 16, 5-11

 

+ Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São João 16,5-11
Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: 5Agora, parto para aquele que me enviou, e nenhum de vós me pergunta: 'Para onde vais?' 6Mas, porque vos disse isto, a tristeza encheu os vossos corações. 7No entanto, eu vos digo a verdade: É bom para vós que eu parta; se eu não for, não virá até vós o Defensor; mas, se eu me for, eu vo-lo mandarei. 8E quando vier, ele demonstrará ao mundo em que consistem o pecado, a justiça e o julgamento:
9o pecado, porque não acreditaram em mim; 10a justiça, porque vou para o Pai, de modo que não mais me vereis; 11e o julgamento, porque o chefe deste mundo já está condenado.
Palavra da Salvação.

PANDEMIA E DEUS

-O CORONA SERIA UM CASTIGO DE DEUS? 

    

Jesus disse: Um pouco de tempo e não mais me vereis. E mais um pouco e me vereis de novo.  Os discípulos não entenderam. Jesus foi assim mesmo. Ele sempre falava por enigmas. Ele nem sempre falava claro. Até hoje, Ele nos fala de modo que precisamos da luz do  Espírito Santo para decifrar suas palavras.

E mais um pouco e me vereis de novo. Aqui Jesus estava se referindo à sua ressurreição.  Mais mesmo tendo dito isso aos seus amigos antes, eles não entenderam as suas palavras. Jesus estava dizendo que logo Ele morreria, mais logo Ele estaria de volta em toda a sua glória. Em todo o seu esplendor.

Jesus garante que a tristeza causada pela sua morte, seria recompensada pela alegria  da sua ressurreição!

Do mesmo modo, a tristeza e o medo que estamos experimentando nestes dias de pandemia do  Corona Vírus, será recompensado pela alegria de quando tudo isso terminar, e nos escaparmos com vida.  E, muito embora, podemos estar tristes e chorosos pelas perdas dos nossos entes queridos que se foram, com certeza, por outro lado, estaremos comemorando  a alegria de nos abraçarmos, de nos cumprimentar, beijar, etc.  

Ou, no último caso, sendo bem realistas, e corajosos, podemos pensar que esta  tristeza do presente poderá ser  recompensada  pela alegria  da nossa condução a vida eterna, caso sejamos infectados e mortos.

Contudo, precisamos mesmo é de coragem! Precisamos mesmo é de muita fé, muita oração, já que não estamos podendo receber Cristo sacramentado. E esta está sendo a pior das perdas desta quarentena!

Precisamos aproveitar esta quarentena para viver com mais força a nossa fé. Assim, a nossa tristeza presente se transformará em alegria futura. Tudo nesta vida um dia  passa. A Pandemia também passará!

Irmãos. Esta triste realidade que estamos vivendo  nos mostra três verdades:

1-Podemos perceber o quanto a medicina está atrasada! Apesar de suas cirurgias a raio laser, até agora ninguém descobriu um  só medicamento capaz de combater o vírus mortal. Muito menos uma vacina que nos livrasse deste grande perigo!

2- A falta de higiene – Como sabemos, está provado que 80% das doenças é causado  pela falta de higiene. Mãos que tocam nos corrimãos, nas maçanetas infectadas, tocam nos alimentos, na boca, no rosto olhos, etc, causando infecções fatais.

Estas mesmas mãos, quando lavadas, muitas vezes são mal lavadas. Exemplo: Muitos simplesmente as molham, em vez de esfregar uma na outra com sabão. E é importante, lavar as unhas, e entre os dedos, sem falar no antebraço.  Quantas cirurgias já não foram feitas sem lavar as mãos, somente colocando as luvas!

Infelizmente, uma  grande parte  das pessoas não higienizam direito as suas mãos. Ou por falta de tempo, de cuidado, por pura  ignorância, preguiça, ou mesmo fala de água em alguns casos.

E desse modo,  infectam o celular, o novo deus do mundo de hoje, e este torna a infectar, as mãos mesmo que tenha sido lavadas.

E foi por causa disso que o Vírus se espalhou com tanta velocidade pelo mundo todo!

A higiene só é ensinada em épocas de pandemias. Passando estas crises, ninguém mais fala em higiene das mãos, e tudo volta ao normal, ou seja, como era antes. Você já reparou nisso?  

3-Deus estaria nos castigando? Será que Deus está nos dando uma lição? Um grande puxão de orelhas por causa dos nossos pecados, por causa da nossa indiferença? Da nossa idolatria? Da nossa arrogância?

Só sabemos que Deus não nos castiga.  O que acontece,  é que nós sofremos  as consequências  do mal uso que fazemos da nossa liberdade. Por outro lado,  Deus é Pai, que nos ama, e por amor Ele nos corrige.

Uns dizem que o Vírus foi fabricado em laboratório, outros  dizem que ele foi multiplicado e espalhado  em certos lugares  mais povoados, e ainda outros culpam a China por causa do povo ter o hábito de se alimentar de certos animais, como: Morcego, cachorro, insetos, etc, afirmando que isso teria causado  a multiplicação do referido vírus.

De nada disso temos certeza. Só sabemos que o inimigo invisível está aí, aqui, e por aí. Matando, causando pânico, prejudicando a vida de todos, especialmente dos indefesos da sociedade.

Porém:  Não vos preocupeis com o dia de amanhã.  Se tiveres fé, podereis fazer tudo o que  eu faço...  ... Aquele que crer, mesmo morto viverá...  ...Tudo é possível para aquele que tem fé...

Caríssimas e caríssimos. Aproveitemos estes  dias sombrios de quarentena para fortalecer a nossa fé, a nossa esperança e a nossa caridade. Rezemos mais do que de costume, e meditemos a palavra.  Façamos isso e depois veremos que tudo passou. Depois  desfrutemos da nossa  libertação, pois A NOSSA TRISTEZA SE TRANSFORMARÁ EM ALEGRIA!  Que assim seja mesmo!